sexta-feira, 25 de maio de 2012



Passa pelo estômago e vem até a garganta. Traz um gosto nojento de tão doce que é.
A sensação de estar tudo no mais sentido puro da vida. Ter de lidar com ela assim como é.  As formigas são esmagadas, o pão embolora em cima da mesa e as minhas unhas crescem docemente.
Solidão vivida, essa sim é doce. Ficar no escuro sozinha: fique com essa doçura. Viver a vida e aguentar o que isso pode causar no seu estômago. É preciso bem mais que ter saúde, é preciso bem mais que ter sanidade. Sim, é doce, e não que o doce seja sempre uma coisa boa.


Um comentário:

  1. Pois é, esses comentários por aqui são bem malucos, tanto que eu não sei se te respondendo pelo meu blog chega no seu e-mail, então tô colando no seu blog também, belê? Cê me fala depois se chegaram os dois, rsrs...

    Então, cansei do face, Aninha, precisava dar uma espairecida dele, aí o desativei. No bar tenho ido muito pouquinho também, saído muito pouco, pena a gente não ter se achado mais, né? Saudades de você também e das nossas conversas, tô te acompanhando no blog sempre, bom demais te ver escrevendo, muito massa! Beijão!!! :)

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