Passa pelo estômago e vem até a garganta. Traz um gosto
nojento de tão doce que é.
A sensação de estar tudo no mais sentido puro da vida. Ter
de lidar com ela assim como é. As
formigas são esmagadas, o pão embolora em cima da mesa e as minhas unhas
crescem docemente.
Solidão vivida, essa sim é doce. Ficar no escuro sozinha: fique com essa doçura. Viver a vida e aguentar o que isso pode causar no
seu estômago. É preciso bem mais que ter saúde, é preciso bem mais que ter
sanidade. Sim, é doce, e não que o doce seja sempre uma coisa boa.
Pois é, esses comentários por aqui são bem malucos, tanto que eu não sei se te respondendo pelo meu blog chega no seu e-mail, então tô colando no seu blog também, belê? Cê me fala depois se chegaram os dois, rsrs...
ResponderExcluirEntão, cansei do face, Aninha, precisava dar uma espairecida dele, aí o desativei. No bar tenho ido muito pouquinho também, saído muito pouco, pena a gente não ter se achado mais, né? Saudades de você também e das nossas conversas, tô te acompanhando no blog sempre, bom demais te ver escrevendo, muito massa! Beijão!!! :)