segunda-feira, 16 de abril de 2012


O poeta

Ele não sabe verossimilhança
Não entende nada de sílabas métricas
Homofonia externa nunca lhe passou pela cabeça

O que escreve não é ensaiado, não é reparado
Surge na cabeça e vai pro papel

O que escreve vem de dentro de sua alma
Das entranhas de seu corpo

O que escreve é seu...
É o que quer e o que esperava não ser

Ana

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